A sociedade é realmente interessante de se observar. Nada melhor do que a idade vir surgindo para poder saborear as mudanças radicais que ocorrem em nosso meio.
Lembro muito bem quando eu era criança, o sucesso entre a garotada e a juventude que faziam as famosas histórias em quadrinhos assinadas por Carlos Zéfiro e, ao mesmo tempo, o horror que provocavam entre pais, mães e pela sociedade em geral. A garotada guardava todas aquelas “revistinhas de sacanagem” com cuidado extremo, pois sabiam que, caindo em mãos de adultos, seriam destruídas (que horror) e os responsáveis levariam uma grande surra.
Na minha juventude acompanhei, de longe, o sucesso de Waldick Soriano e outros cantores considerados “bregas”. A “sociedade” brasileira sempre discriminou Waldick Soriano e tantos outros de estilo semelhante. Relegados a plano secundário eram ouvidos somente pela classe mais pobre e eram “adorados” nos tradicionais bordéis espalhados pelo país afora. Na minha época de juventude, éramos fãs dos Beatles e dos Rolling Stones de dia e a noite íamos para a ”zona” dançar com a mulherada ao som de Altemar Dutra, Waldick e outros.
Hoje, aos 58 anos de idade, é delicioso ver como tudo mudou. Hoje, Carlos Zéfiro é um clássico das histórias em quadrinhos (quem diria...), existem bancas de jornais especializadas na atualização das revistas de Zéfiro e quem ainda possui algum exemplar “original”, tem uma fortuna nas mãos. E, por outro lado, acabo de ler que Waldick Soriano faz parte de um documentário produzido e assinado por nada mais nada menos que Patrícia Pilar. Como é bom ver o mundo dar voltas . . .
Na minha juventude acompanhei, de longe, o sucesso de Waldick Soriano e outros cantores considerados “bregas”. A “sociedade” brasileira sempre discriminou Waldick Soriano e tantos outros de estilo semelhante. Relegados a plano secundário eram ouvidos somente pela classe mais pobre e eram “adorados” nos tradicionais bordéis espalhados pelo país afora. Na minha época de juventude, éramos fãs dos Beatles e dos Rolling Stones de dia e a noite íamos para a ”zona” dançar com a mulherada ao som de Altemar Dutra, Waldick e outros.
Hoje, aos 58 anos de idade, é delicioso ver como tudo mudou. Hoje, Carlos Zéfiro é um clássico das histórias em quadrinhos (quem diria...), existem bancas de jornais especializadas na atualização das revistas de Zéfiro e quem ainda possui algum exemplar “original”, tem uma fortuna nas mãos. E, por outro lado, acabo de ler que Waldick Soriano faz parte de um documentário produzido e assinado por nada mais nada menos que Patrícia Pilar. Como é bom ver o mundo dar voltas . . .

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